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CENÁRIO E MERCADO – dezembro 2021

Apesar da elevada incerteza acerca da questão sanitária, que contribuiu sobremaneira com a volatilidade em dezembro de 2021, o monitoramento das autoridades sanitárias ao longo do mês sugeriu maior transmissibilidade, mas menor letalidade da nova cepa do novo coronavírus, bem como manutenção, conforme sinalização das farmacêuticas, da efetividade das vacinas, ainda que com alguma perda de eficácia e maior necessidade de doses de reforço.

O último mês de 2021 foi positivo para os mercados globais. Nos EUA e na Europa também houve aumento no número de casos da nova cepa, contudo, com menos casos fatais ou de internação, e menos impactos no crescimento econômico, porém contribuindo para aumento da inflação. A pressão inflacionária tem sido uma preocupação global e, com o intuito de contê-la, a maioria dos Bancos Centrais no mundo iniciaram processo de ajustes de suas políticas monetárias.

No cenário doméstico, a taxa básica (Selic) saiu de 2% ao ano em janeiro e chegou a 9,25% em dezembro determinada pelo Comitê de Política Monetária (Copom), em resposta à deterioração do balanço de riscos e ao aumento da inflação.

A inflação, medida pelo IPCA, caiu para 0,73% em dezembro, após registrar 0,95% em novembro. No entanto, no ano, o índice acumulou alta de 10,06%, influenciado, principalmente, pelo grupo transportes, que apresentou a maior variação sequenciado pela habitação, vestuário, artigos de residência, alimentação e bebidas. Segundo o Banco Central, os três principais motivos que provocaram esse resultado acima da meta foram: a elevação de preços de bens em moeda local, a bandeira de energia elétrica de escassez hídrica e o desequilíbrio de oferta e demanda de insumos, com gargalos nas cadeias produtivas globais. Em carta ao Ministério da Economia, o Banco Central sinalizou a continuidade do ciclo de aperto monetário em 2022.

A expectativa do mercado é que o Banco Central siga com a trajetória de elevação da taxa de juros (Selic) para as próximas reuniões, atingindo o patamar de 11,75% ao final de 2022, de acordo com o último Boletim Focus do Banco Central.

Desempenho

A rentabilidade consolidada dos recursos administrados pela BB Previdência em dezembro de 2021 ficou positiva, superando o índice de referência (INPC + 4,10% a.a.). Os segmentos de Renda Variável, Imobiliário e Exterior cooperaram para este resultado. No mês, os títulos públicos de curto prazo atrelados à inflação, que possuem grande representatividade nas carteiras dos planos, se valorizaram devido ao fechamento da curva de juros, com o IMA-B 5 rentabilizando 0,79%, enquanto de longo prazo desvalorizaram o IMA-B 5+ fechou negativo em -0,34%. O IBX fechou em alta 3,14% e o IFIX em 8,78%. A classe de ativos no exterior, medido pelo MSCI World, apresentou valorização de 3,46%. O CDI no período valorizou 0,76%.

Apesar da sutil recuperação apresentada no mês, ainda é observada uma instabilidade no cenário econômico. O time de gestão da BB Previdência segue agindo com diligência, realizando movimentos estratégicos a fim de minimizar desvalorizações pontuais e otimizar a relação Risco x Retorno, sempre com foco no longo prazo, que é o que caracteriza um plano de previdência.

Fonte: BB Previdência